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Checagem · sem opinião

Recebeu uma mensagem sobre um candidato?

Cole o texto aqui. O portal procura os nomes, números e protocolos citados e confronta com o registro oficial — o mesmo que está nas fichas. A conferência acontece no seu aparelho: nada do que você colar é enviado para lugar nenhum.

Isto não é detector de montagem, de deepfake ou de áudio falso — e não é por preguiça. Detector de mídia sintética erra muito no que circula de verdade (imagem recomprimida, print de tela, áudio reencodado), e um portal que declara falso um vídeo verdadeiro vira a fonte da desinformação que existe para combater.

O que dá para afirmar com prova é outra coisa: se o que a mensagem diz bate com o registro. Número de urna, partido, cargo, estado, situação do registro e pesquisa registrada são verificáveis um a um — e é isso que esta página faz.

Cole a mensagem

Recebeu uma imagem ou um vídeo?

Aqui não existe botão de “é falso”, e nenhuma ferramenta séria tem um. Classificador de mídia sintética é medido em arquivo original e desaba no que circula de verdade — recomprimido, printado da tela, reencodado pelo aplicativo três vezes. Errando para um lado, o portal declararia falso um vídeo verdadeiro; para o outro, carimbaria “verificado” num deepfake. Os dois estragos são irreversíveis depois de circular.

O que esta página faz é o que checador profissional faz: lê a procedência do arquivo e leva você à busca reversa, que é o método que mais desmonta peça falsa — quase sempre é foto verdadeira, de outro lugar ou de outro ano.

O arquivo não sai do seu aparelho. É lido aqui mesmo, no navegador — não há envio, não há servidor e não guardamos nada.

Se preferir fazer à mão, são cinco passos

  1. Pegue o número de urna que aparece na mensagem.
  2. Busque o nome ou o número em meuvoto.org.br. Para Presidência, governo e Senado há endereço curto: meuvoto.org.br/nome-de-urna.
  3. Confira na ficha: número, partido, cargo, bens declarados e quem financia. Cada bloco diz de qual base veio e em que dia foi extraído.
  4. Se a mensagem falar em cassação ou indeferimento, veja Situação jurídica e o Radar, que guarda o que havia antes de cada alteração. Boa parte do que circula é fato verdadeiro que deixou de ser.
  5. Se citar pesquisa, procure o protocolo em Pesquisas: lá está quem encomendou, quem pagou e quantas pessoas foram ouvidas.

Recebeu um card com a marca do MeuVoto?

Este a gente consegue provar, porque a peça é nossa.

A conferência roda no seu navegador, com os mesmos dados públicos que geram as fichas — dados abertos do TSE, extraídos em 16/09/2026 às 16:35. Nada do que você colar sai do seu aparelho: não há envio, não há registro e não guardamos mensagem nenhuma.

Não achar contradição não quer dizer que a mensagem é verdadeira. O portal confere o que é registro: número, partido, cargo, situação, pesquisa. Não confere se uma frase foi dita, se um vídeo é real ou se uma promessa será cumprida — e não existe ferramenta que confira isso por você.

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